Captura acidental é a principal causa das mortes, seguida por ingestão de lixo.
Fonte G1 Vale do Paraíba e Região
13/05/2018
Do início de 2017 até este mês, mais de 1, 4 mil tartarugas foram achadas mortas no litoral norte de São Paulo. De acordo com o oceanógrafo Hugo Gallo, diretor do Instituto Argonauta para a Conservação Costeira e Marinha, somente esse ano 380 tartarugas foram encontradas – 96 vivas e 284 mortas. No ano passado, foram 302 vivas e 1.151 mortas. O lixo, segundo ele, é a segunda principal causa de morte desses animais.
O Instituto Argonauta é uma organização não governamental sem fins lucrativos, fundada em julho de 1998 pela Diretoria do Aquário de Ubatuba. Foi criado com a intenção de captar recursos para projetos de conservação e pesquisa relacionados à preservação dos ambientes costeiros e marinhos.
Segundo o biólogo José Henrique Becker, coordenador técnico do Projeto Tamar, é frequente o índice de tartarugas que chegam debilitadas ao litoral paulista. “Metade dos animais que morre tinha algum tipo de plástico e lixo no trato digestivo”, afirmou.
Para o biólogo, é preciso mais consciência da população. “Lixo no mar é um problema bastante sério. É um problema de todos”, afirmou.
Fonte G1 Vale do Paraíba e Região
13/05/2018

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