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"Make Fashion Circular"


A Fundação Ellen MacArthur lançou em maio, no Copenhagen Fashion Summit, a iniciativa "Make Fashion Circular". Desde sua primeira edição em 2009, o Copenhagen Fashion Summit se estabeleceu como o principal evento de negócios do mundo sobre sustentabilidade na moda. O evento multistakeholder - regularmente chamado de Davos da indústria da moda - tornou-se o nexo para discussões sobre as questões ambientais, sociais e éticas mais críticas enfrentadas pela indústria da moda.  
A iniciativa baseia-se na visão delineada no relatório de 2017 da Ellen MacArthur Foundation, "Uma Nova Economia Têxtil: Redesenhando o futuro da moda". O relatório, identifica o atual modelo take-make-dispose da indústria da moda como a causa raiz de seus problemas ambientais e da perda de valor econômico. A cada segundo, o equivalente a um caminhão de lixo de tecidos é aterrado ou queimado. Estima-se que USD$ 500 bilhões sejam perdidos a cada ano devido ao fato de as roupas serem pouco usadas e raramente recicladas. Se nada mudar, até 2050 a indústria da moda gastará um quarto da meta mundial de carbono. Lavar roupas libera meio milhão de toneladas de microfibras de plástico no oceano a cada ano, o equivalente a mais de 50 bilhões de garrafas plásticas.

Ao trabalhar pela nova visão proposta pela iniciativa, estima-se que a indústria da moda possa capturar USD$ 460 bilhões atualmente perdidos devido à subutilização de roupas. Um adicional de USD$ 100 bilhões em roupas que podem ser usadas, mas que atualmente são perdidas para aterros e incineração, também pode ser capturado.
Segundo Ellen MacArthur, "ao unir forças para criar o Make Fashion Circular, podemos aproveitar a criatividade e a inovação que estão no coração dessa indústria de USD$ 1,3 trilhão para criar um sistema que ofereça benefícios para todos".


Saiba mais em: https://www.ellenmacarthurfoundation.org/news
Clique aqui e conheça o relatório "Uma Nova Economia Têxtil: Redesenhando o futuro da moda" (em inglês)


Em quase ano e meio, mais de 1,4 mil tartarugas marinhas são encontradas mortas no litoral norte de São Paulo


Captura acidental é a principal causa das mortes, seguida por ingestão de lixo.




Do início de 2017 até este mês, mais de 1, 4 mil tartarugas foram achadas mortas no litoral norte de São Paulo. De acordo com o oceanógrafo Hugo Gallo, diretor do Instituto Argonauta para a Conservação Costeira e Marinha, somente esse ano 380 tartarugas foram encontradas – 96 vivas e 284 mortas. No ano passado, foram 302 vivas e 1.151 mortas. O lixo, segundo ele, é a segunda principal causa de morte desses animais.
O Instituto Argonauta é uma organização não governamental sem fins lucrativos, fundada em julho de 1998 pela Diretoria do Aquário de Ubatuba. Foi criado com a intenção de captar recursos para projetos de conservação e pesquisa relacionados à preservação dos ambientes costeiros e marinhos.
Segundo o biólogo José Henrique Becker, coordenador técnico do Projeto Tamar, é frequente o índice de tartarugas que chegam debilitadas ao litoral paulista. “Metade dos animais que morre tinha algum tipo de plástico e lixo no trato digestivo”, afirmou.
Para o biólogo, é preciso mais consciência da população. “Lixo no mar é um problema bastante sério. É um problema de todos”, afirmou.

Fonte G1 Vale do Paraíba e Região
13/05/2018

Qual país produz mais resíduos?



A quantidade de resíduos urbanos que está sendo produzida está crescendo mais rápido do que a taxa de urbanização. De acordo com o Banco Mundial, até 2025 haverá 1,4 bilhão a mais de pessoas vivendo em cidades em todo o mundo, com cada pessoa produzindo uma média de 1,42 kg de resíduos por dia - mais do dobro da média atual de 0,64 kg por dia. Apesar dos estímulos para a reciclagem e o uso responsável de recursos em todo o mundo, os resíduos ainda são um grande problema praticamente em todos os lugares. Estima-se que a geração anual de resíduos urbanos deva mais do que triplicar, de 0,68 a 2,2 bilhões de toneladas por ano. 
Veja no mapa interativo qual país produz mais resíduos em um único dia.

Fonte: eCo2 GreetingsWaste Management World - jan/2018

Lixo eletrônico representa ‘crescente risco’ ao meio ambiente e à saúde humana, diz relatório da ONU.



O crescente volume de lixo eletrônico, incluindo produtos descartados com bateria ou tomada, tais como celulares, laptops, televisores, refrigeradores e brinquedos eletrônicos, representam uma importante ameaça ao meio ambiente e à saúde humana, alertaram as Nações Unidas.
Em 2016, foram gerados 44,7 milhões de toneladas métricas de resíduos eletrônicos, um aumento de 8% na comparação com 2014. Especialistas preveem um crescimento de mais 17%, para 52,2 milhões de toneladas métricas, até 2021.Em 2016, apenas 20%, ou 8,9 milhões de toneladas métricas, de todo o lixo eletrônico foram reciclados.
Saiba mais no relatório  "Global E-Waste Monitor 2017", lançado em dezembro pela Universidade da ONU, Agência da Onu para TICs (ITU) e Associação Internacional de Resíduos Sólidos (ISWA), que enfatiza os crescentes volumes de lixo eletrônico e seu descarte e tratamento impróprio por meio de queimadas ou lançamento em lixões.
Consulte a versão em espanhol "aqui“.

Fonte: ONU

Óleo de cozinha usado: aprenda a coletar e onde destinar corretamente


O consumo de óleo no país é de quinze litros por brasileiro/ ano. Quando o óleo é despejado na pia e cai na rede de esgoto doméstica, boa parte dele gruda nas paredes das tubulações e absorve restos de alimentos. Como consequência, sistemas de encanamento e caixas de gordura ficam entupidos. Além disto, estima-se que 1 litro de óleo de fritura pode contaminar até 25 mil litros de água. Então, para promover a reciclagem do óleo de cozinha e ajudar a reduzir os males que o descarte inadequado causa, muitas ONG's tem atuado em todo o Brasil. Em Santo André, no ABC paulista, por exemplo, está uma delas. É o Instituto Triângulo, que atua há mais de 10 anos e hoje já concentra a maior rede de coleta voluntária de óleo usado no Brasil. Mas você pode conhecer muito mais no site do Projeto Óleo Sustentável, que também mostra Curiosidades sobre o uso do óleo de cozinha, além de vídeos educativos e reportagens sobre os destinos do óleo usado. Os vídeos incluem desde receitas para a fabricação do sabão caseiro até o uso do óleo para tintas e biodiesel.

No site do projeto Óleo Sustentável, você também pode encontrar pontos de coleta de óleo usado em todo o Brasil e assim, fazer a destinação correta do seu óleo usado. Encontre pontos de coleta de óleo usado clicando aqui.

Aprenda a fazer uma composteira caseira reutilizando baldes de margarina


Ter uma composteira caseira é um ótimo jeito de reduzir a quantidade de lixo que iria para os aterros e também uma forma de mudar a relação das pessoas com o lixo que elas geram.
A composteira doméstica decompõe os alimentos por meio da ação de micro-organismos e, com a ajuda de minhocas, transformam os restos de frutas, legumes e verduras em um rico adubo, tanto líquido, como sólido. Para você que quer ter a sua própria composteira, o site CicloVivo separou um passo a passo. Esta técnica reutiliza baldes de 15kg de margarina ou manteiga (também chamadas de bombonas). Esses baldes são geralmente comprados por restaurantes e padarias em mercados de atacado, e muito deles acabam doando ou vendendo por um preço baixo.
Saiba mais em CICLO VIVO

Bioplástico comestível é feito com mandioca na Indonésia


Todos os anos, cerca de 1 trilhão de sacos de plástico são consumidos em todo o mundo. Este é um gravíssimo problema ambiental no mundo inteiro. Existem inúmeras pesquisas que tem como objetivo buscar soluções para reduzir esse mal. Uma das alternativas foi adotada pela Avani Eco, uma empresa de Bali, na Indonésia, que criou uma sacola muito similar aos sacos plásticos encontrados no mercado. O saco da companhia Avani Eco é feito com mandioca e se dissolve na água.
Saiba mais em ENGENHEIROS NA WEB
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